É praticando (e não sublinhando) que a gente aprende.
A primeira razão para trocar a prova bimestral por quizzes é simples: o quizz funciona, a prova, não. A prova tenta medir, com grande ineficiência e injustiça, o que você aprendeu estudando de outras maneiras. O quizz é a melhor forma de você estudar (leia-se é a melhor forma de aprender)!
“Você se lembra daquilo que você pensa a respeito” Essa frase é o título e o argumento central do texto do psicólogo Daniel T. Willingham sobre o assunto. Eu sei… você adora estudar lendo e marcando o que mais gostou no texto, ou aquela definição que parece perfeita para aquele conceito. E te parece o método perfeito para estudar. Mas… se você leu o texto de Willingham… viu que na verdade não funciona da maneira intuitva. A melhor forma de aprender, é praticando! Testando os seus conhecimentos com pequenos testes, os quizzes, a medida que você estuda.
Essa primeira razão e também é o primeiro grande desafio: convencer as pessoas que a intuição delas (‘o marcador de texto ajuda’) esta errada. O segundo desafio é convencer o professor a abrir mão da prova como instrumento de pressão e cobrança. A terceira é convencer que questões de múltipla escolha são uma ótima forma de testar a aprendizagem do conteúdo (claro que elas tem que ser bem feitas, sem pegadinhas, sem textos quilométricos que tiram o foco do que importa, sem opções negativas).
A questão aqui é usar os quizzes de múltipla escolha também como instrumento de aprendizagem e não apenas para avaliar a aprendizagem. Assistindo ao conteúdo, você pode querer testar seu conhecimento. E é aqui que entra a exposição do conteúdo em vídeo, e não ao vivo, para o aluno poder parar e praticar quando quiser. Mas vou deixar isso pra outro texto.


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